Dados de pacientes tratados como dados de pacientes
Um sistema clínico conquista confiança sendo impecável em segurança. Veja o que o Pulsonics faz, em termos simples.
Criptografado no aparelho
Cada instituição recebe, na implantação, sua própria chave de criptografia, que só ela possui — não nós. Os dados sensíveis são criptografados no aparelho antes do envio, e a conexão é protegida adicionalmente por TLS. Isso é essencial em um ambiente clínico, onde o celular passa de mão em mão entre os plantões.
O acesso segue a função
As permissões são concedidas por função, setor e unidade. Uma enfermeira de uma unidade vê o que a função dela exige, não o hospital inteiro.
Todo acesso é registrado
Cada paciente tem uma trilha de auditoria — registros consultados, documentos criados, mensagens enviadas — com o nome de cada usuário, data e hora.
Proteção de pacientes VIP
Para pacientes cuja própria presença no hospital é sensível, o prontuário pode ser protegido contra consultas casuais, sem atrapalhar a equipe assistencial.
Senha para familiares
Um acesso próprio para um familiar designado, para que a informação chegue à pessoa certa e não à sala de espera.
Nossos servidores, sua nuvem ou no local
Em nossos servidores na Alemanha, em uma nuvem de sua escolha (Google, Microsoft, AWS ou outro provedor) ou no local, em seu próprio data center.
Nenhum prontuário no celular
Nenhum prontuário fica armazenado de forma permanente no aparelho; um celular perdido, roubado ou compartilhado não leva dados de pacientes.
Engenharia alemã, GDPR
A Pulsonics GmbH opera de acordo com o GDPR, o regulamento europeu de proteção de dados; cada implantação é, além disso, configurada e contratada para atender às exigências locais aplicáveis.
O que perguntam os responsáveis de TI e os encarregados de proteção de dados
Onde os dados ficam hospedados?
O Pulsonics pode funcionar em nossos servidores na Alemanha, em uma nuvem de sua escolha (Google, Microsoft, AWS ou outro provedor) ou no local, em seu próprio data center — conforme exigir o seu órgão regulador ou ministério. Teremos prazer em revisar a configuração, os suboperadores e o contrato de tratamento de dados com o seu encarregado de proteção de dados antes de qualquer compromisso.
Quem trata os dados: vocês ou nós?
Depende de onde o Pulsonics funciona; a sua instituição é sempre a controladora dos dados dos seus pacientes. Se nós hospedamos, em nossos servidores na Alemanha, atuamos como operadores em seu nome, com base em um contrato de tratamento de dados — e, como os dados são criptografados com uma chave que só a sua instituição possui, não conseguimos lê-los. Se o Pulsonics funciona em uma nuvem de sua escolha, com um provedor de TI local ou no local, os dados ficam lá: fornecemos o software e não temos acesso aos dados dos pacientes.
O que a análise por IA envia, e para quem?
Somente o que a sua instituição configurar. O Pulsonics oferece uma interface: a instituição pode conectar um modelo de linguagem de sua escolha por URL, e o aplicativo envia a ele a documentação clínica do paciente — sem nome, endereço, localização no hospital ou outros identificadores — para análise ou outro tratamento. Qual modelo é, quem o opera e sob qual contrato é decisão da sua instituição — não fornecemos nem operamos esse modelo. O próprio Pulsonics não tira conclusões clínicas e não fornece aconselhamento médico.
O que acontece quando a internet cai?
O registro é interrompido até a conexão voltar. O Pulsonics não tem modo off-line, e essa é uma escolha deliberada: um prontuário que deixa os aparelhos divergirem e se fundirem depois é um prontuário em que dois profissionais podem agir com base em duas versões diferentes do mesmo paciente. Preferimos interromper a digitação a pôr o prontuário em risco. Por isso, a conectividade é um requisito real, que vale a pena verificar com honestidade antes de se comprometer.
Os celulares são compartilhados pela equipe. Isso é seguro?
É exatamente o caso para o qual o Pulsonics foi pensado. Os dados sensíveis são criptografados no aparelho antes do envio, nenhum prontuário fica armazenado de forma permanente no celular, cada usuário entra com o próprio login e a trilha de auditoria registra as ações em nome da pessoa, não do aparelho — assim, um celular compartilhado não se torna anônimo. Para uso clínico, recomendamos aparelhos gerenciados pelo hospital; celulares próprios compatíveis da equipe também funcionam.
Quem pode ver o prontuário de um paciente?
O acesso é concedido por função, setor e unidade, definido no cadastro dos usuários e ajustado quando as pessoas mudam de posição. Casos sensíveis podem receber a proteção de paciente VIP. Cada acesso fica registrado na trilha de auditoria daquele paciente.
Podemos usar nossos próprios catálogos de diagnósticos e medicamentos?
Sim. A CID-10 e a CID-11 estão disponíveis em todos os idiomas suportados, e cada instituição escolhe qual usar. Você pode usar as listas padrão de diagnósticos, infecções e procedimentos, importar as suas ou combinar ambas. O mesmo vale para a base de medicamentos, e você decide se os usuários podem cadastrar medicamentos.
O Pulsonics está disponível no nosso idioma?
Hoje, o Pulsonics suporta totalmente inglês, espanhol, francês, português, turco, árabe, russo e cazaque. O árabe é escrito da direita para a esquerda, e o Pulsonics o trata assim: navegação, formulários, listas, tabelas e gráficos são espelhados. Na mesma instituição, cada um pode trabalhar no seu idioma: os itens estruturados da documentação — diagnósticos, sintomas, alergias, alertas de risco e similares — são traduzidos e acompanham o idioma escolhido, enquanto as anotações em texto livre permanecem no idioma em que foram escritas. Se precisar de outro idioma, fale conosco.
Traga o seu encarregado de proteção de dados
Preferimos responder cedo às perguntas difíceis a descobri-las durante a implantação.